terça-feira, 17 de março de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
em 2014: um ano em músicas
Do mesmo jeito que fiz ano passado, vou tentar deixar minha retrospectiva musical de 2014. E agora eu posso ouvir música enquanto trabalho, SÓ ALEGRIA.
Native - One Republic
Ouvi esse cd repetidamente na viagem no começo do ano, fiz minha irmã ouvir, fiz meu namorado ouvir... One Republic é uma banda que mistura pop com violino, violoncelo, piano. E esse cd tem um estilo mais moderninho, com letras muito legais. Se você não ouviu as versões acústicas de "If I lose myself" e "What you wanted", não sabe o que está perdendo.
Greatest Hits - Foo Fighters
Não é novidade pra ninguém, eu sei. Mas ouvindo esse álbum no spotify que eu passei muito tempo curtindo um rock. É gente, fiquei cantando "Best of you" com a maior empolgação do mundo, SE SENTINDO. Vale a pena vai.More than Just a Dream - Fitz and The Tantrums
Graças a uma dessas maravilhosas playlists do spotify eu conheci a música "The Walker". E demorei demais pra ir atrás do álbum todo, que me surpreendeu. Gostei de quase todas as músicas, eu me orgulho de conhecer essa banda, que é uma das mais animadinhas que eu escuto. Faz meu dia de trabalho render mais.
Siberia (Acoustic) - LIGHTS
Esse álbum é <3! A vocalista tem uma voz doce, muito tranquila, as letras são fofinhas. Uma gracinha de CD.Sei (como foi em BH) - Nando Reis
Esse ano eu curti muito Nando Reis. Muito mimimi mesmo. Eu gosto do jeito apaixonado das músicas dele, foi um show que fui com meu namorado e foi muito legal mesmo <3. Pra quem acha que música brasileira é só funk e sertanejo, precisam conhecer Nando Reis, Los Hermanos, Agridoce e muitos outrossegunda-feira, 5 de janeiro de 2015
O melhor e o pior de 2014

Passar um tempo na cidade que mais amo no Brasil

Conhecer o sul do Brasil

Visitar o Projeto Tamar em Florianópolis

Ser madrinha de um casamento pela primeira vez
Assistir muitos filmes com meu namorado
Fotografar aniversários e casamentos só pelo prazer de ter fotos bonitas
Fazer uma faculdade que não gosto

Passar um dia legal em São Paulo, entendendo o que é correria
Curtir o show do Nando Reis
Trocar de emprego, e gostar muito do novo trabalho
Ficar 3 meses de greve da faculdade

Ir ao show de uma das minhas bandas favoritas e um fim de semana incrível em São Paulo, com direito à Bienal, Bicicleta na Paulista, Starbucks e Amigos épicos.
Ter a oportunidade de aprender muito no meu trabalho.
Ganhar dinheiro e juntar dinheiro.
Terminar o ano na Praia vendo um espetáculo de fogos.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
escola para quem precisa
Eu nunca fui muito feliz com a escola. Acordar cedo era ruim, quando no ensino fundamental eu me achava inteligente demais, e no ensino médio eu simplesmente detestava a escola, as pessoas, e no meu último ano, quando eu deveria focar em estudos para vestibular, eu só dormia, varzeava e fazia contagem regressiva para o fim da escola. Quando finalmente acabou, eu pensei: ESTOU LIVRE. E ao contrário do que muitos me diziam, eu não sinto falta da escola, não tinha tantos amigos pra ter saudade, e posso entrar em contato com eles, se quiser manter a amizade. Era um peso e eu fico feliz de estar longe disso hehe

Mas apesar da minha implicância pessoal, eu tenho muita coisa contra o sistema de ensino atual, que parece estar preso a um modelo ultrapassado de educação e não dá mais suporte ao perfil das crianças e adolescentes do século XXI. Os alunos de hoje são muito mais dinâmicos, fazem mil coisas ao mesmo tempo, tem acesso livre o todo tipo de informação por causa de internet, e processam essa informação num ritmo mais acelerado. Mas aí somos forçados pela lei a ficar 5 horas do dia sentados em uma carteira ouvindo o professor falar, decorando sem aprender, uniforme obrigatório, matéria obrigatória, proibido conversar, proibido discordar.. Um sistema que pressupões que todo mundo é igual: as mesmas matérias, as mesmas provas, mesmas cobranças sobre pessoas, indivíduos diferentes entre si... Será que só pra mim é óbvio que isso está errado?
Sempre tem a pessoa criativa, que desenha durante a aula de química,ou quer tocar violão, ou não consegue ficar parado, MUITOS que dormem na aula de inglês porque já sabem mais que o verbo to-be... E a história do Brasil, repetida todo ano, mais filosofia, geografia, história da arte, literatura ensinada de um jeito diluído no ki-suco, que não da espaço para discussão de ideias, formação de diferentes pontos de vistas e interpretações variadas, subestimando a capacidade do aluno e limitando seu potencial com aquele julgamento de certo x errado.
O que quero dizer, é que a escola nos moldes de hoje só admite um tipo "certo" de aluno, e muitas vezes desconsidera que existem múltiplas inteligências e múltiplas eficiências, desanima a pessoa a se aprimorar nas suas habilidades, desestimula o debate, pois poucas vezes há liberdade discordar do que foi falado. Questões de interpretação corrigidas como "erradas" e a clássica pergunta "onde está a graça da tirinha" que não é engraçada.
Muitos professores, sem querer, acabam tentando ditar padrões nos quais devemos acreditar. Quem não passa em vestibular não vai ser ninguém na vida, ou que fazer uma faculdade particular é sinal de fracasso. Já vi professores que duvidaram do trabalho, achando que era copiado da internet, reclamando de uma margem errada por 3 milímetros, falando que o desenho estava "errado", desencorajar criatividade, cortar um discussão... Não digo que todos os professores são ruins, e fazem as coisas por maldade, mas muitos agem assim por falta de formação ou simplesmente porque foram ensinados assim. Eu vi bons professores também, que marcaram a vida de seus alunos e ensinaram muito mais do que a matéria deles. Minha crítica não é aos professores, que são extremamente desvalorizados, mas ao "sistema" que os coloca em situação precária e desfavorável.
Aí você sai da escola, e dá uma olhadinha rápida na vida dos seus colegas de classe, concluindo que o seu desempenho na escola, ou melhor, suas notas não predestinaram a um futuro bom ou ruim. Há inúmeros fatores entre um 0 e um 10 que fazem a diferença na vida de uma pessoa, e constroem seu "sucesso".
O que eu sonho para o futuro do Brasil é uma renovação na educação, com grades curriculares mais flexíveis e amplas, que considerem o indivíduo e não apenas uma massa que precisa ser passada de ano. Turmas menores, com aulas dinâmicas que utilizam mais ferramentas de aprendizagem, não apenas enciclopédia, lousa, giz e caderno. Eu anseio pela valorização do trabalho do professor, que eles possam ter formação de qualidade, recebam um salário digno e estejam satisfeitos com sua profissão, o que liberaria todo seu potencial de ensino. Uma escola que incentivasse o debate, a pesquisa, a curiosidade, a criatividade. Uma escola que tivesse vários métodos de avaliação. Assim, formaríamos pessoas melhores, profissionais melhores, muito mais preparadas para um curso de nível superior, estimuladas a trabalhar seus pontos fortes e vencer seus pontos fracos.
Pode parecer utopia, mas para mim não é. Peço desculpas aos estudiosos da área da educação. Eu não tenho conhecimento profundo sobre isso, nem posso dizer o que é viável atualmente, esse post é um desabafo, e contém conclusões baseadas na minha experiência. Estou aberta a discussões, pois é um assunto que me interessa, qualquer zica podem comentar.
PS: Ao clicar na imagem que ilustra esse post, você será direcionado para a fonte da imagem, e um texto interessante sobre o mesmo assunto.

Mas apesar da minha implicância pessoal, eu tenho muita coisa contra o sistema de ensino atual, que parece estar preso a um modelo ultrapassado de educação e não dá mais suporte ao perfil das crianças e adolescentes do século XXI. Os alunos de hoje são muito mais dinâmicos, fazem mil coisas ao mesmo tempo, tem acesso livre o todo tipo de informação por causa de internet, e processam essa informação num ritmo mais acelerado. Mas aí somos forçados pela lei a ficar 5 horas do dia sentados em uma carteira ouvindo o professor falar, decorando sem aprender, uniforme obrigatório, matéria obrigatória, proibido conversar, proibido discordar.. Um sistema que pressupões que todo mundo é igual: as mesmas matérias, as mesmas provas, mesmas cobranças sobre pessoas, indivíduos diferentes entre si... Será que só pra mim é óbvio que isso está errado?
Sempre tem a pessoa criativa, que desenha durante a aula de química,ou quer tocar violão, ou não consegue ficar parado, MUITOS que dormem na aula de inglês porque já sabem mais que o verbo to-be... E a história do Brasil, repetida todo ano, mais filosofia, geografia, história da arte, literatura ensinada de um jeito diluído no ki-suco, que não da espaço para discussão de ideias, formação de diferentes pontos de vistas e interpretações variadas, subestimando a capacidade do aluno e limitando seu potencial com aquele julgamento de certo x errado.
O que quero dizer, é que a escola nos moldes de hoje só admite um tipo "certo" de aluno, e muitas vezes desconsidera que existem múltiplas inteligências e múltiplas eficiências, desanima a pessoa a se aprimorar nas suas habilidades, desestimula o debate, pois poucas vezes há liberdade discordar do que foi falado. Questões de interpretação corrigidas como "erradas" e a clássica pergunta "onde está a graça da tirinha" que não é engraçada.
Muitos professores, sem querer, acabam tentando ditar padrões nos quais devemos acreditar. Quem não passa em vestibular não vai ser ninguém na vida, ou que fazer uma faculdade particular é sinal de fracasso. Já vi professores que duvidaram do trabalho, achando que era copiado da internet, reclamando de uma margem errada por 3 milímetros, falando que o desenho estava "errado", desencorajar criatividade, cortar um discussão... Não digo que todos os professores são ruins, e fazem as coisas por maldade, mas muitos agem assim por falta de formação ou simplesmente porque foram ensinados assim. Eu vi bons professores também, que marcaram a vida de seus alunos e ensinaram muito mais do que a matéria deles. Minha crítica não é aos professores, que são extremamente desvalorizados, mas ao "sistema" que os coloca em situação precária e desfavorável.
Aí você sai da escola, e dá uma olhadinha rápida na vida dos seus colegas de classe, concluindo que o seu desempenho na escola, ou melhor, suas notas não predestinaram a um futuro bom ou ruim. Há inúmeros fatores entre um 0 e um 10 que fazem a diferença na vida de uma pessoa, e constroem seu "sucesso".
O que eu sonho para o futuro do Brasil é uma renovação na educação, com grades curriculares mais flexíveis e amplas, que considerem o indivíduo e não apenas uma massa que precisa ser passada de ano. Turmas menores, com aulas dinâmicas que utilizam mais ferramentas de aprendizagem, não apenas enciclopédia, lousa, giz e caderno. Eu anseio pela valorização do trabalho do professor, que eles possam ter formação de qualidade, recebam um salário digno e estejam satisfeitos com sua profissão, o que liberaria todo seu potencial de ensino. Uma escola que incentivasse o debate, a pesquisa, a curiosidade, a criatividade. Uma escola que tivesse vários métodos de avaliação. Assim, formaríamos pessoas melhores, profissionais melhores, muito mais preparadas para um curso de nível superior, estimuladas a trabalhar seus pontos fortes e vencer seus pontos fracos.
Pode parecer utopia, mas para mim não é. Peço desculpas aos estudiosos da área da educação. Eu não tenho conhecimento profundo sobre isso, nem posso dizer o que é viável atualmente, esse post é um desabafo, e contém conclusões baseadas na minha experiência. Estou aberta a discussões, pois é um assunto que me interessa, qualquer zica podem comentar.
PS: Ao clicar na imagem que ilustra esse post, você será direcionado para a fonte da imagem, e um texto interessante sobre o mesmo assunto.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Destinos - Bombinhas - SC
Continuando a Road Trip pelo Sul, paramos em Bombas - SC para conhecer as praias ao redor.

Bombinhas era linda, aquela água clara e gelada, com ondas dignas, deu pra me divertir muito.


Mas sem dúvida a praia que mais gostei foi Lagoinha. O mar tinha cor esverdeada, tinha muitas formações rochosas perto, como vocês podem ver, e isso formava uma certa "piscina", pois as ondas fortes não chegavam nessa parte. é uma ótima praia pra levar crianças. Nessa praia também dá pra alugar snorkel pra mergulhar, mas nossa experiência com isso foi meio frustrante.


Foi aí que começamos a encontras muitos estrangeiros. Muitas famílias falando espanhol. Pra quem é da Argentina fica mais perto ir para essas praias do que pra muita gente no Brasil.

Foi aí que começamos a encontrar muita gente falando espanhol. É estranho pensar que ir para uma dessas praias é mais perto para os argentinos do que pra mim, que moro no Brasil.

Bombinhas era linda, aquela água clara e gelada, com ondas dignas, deu pra me divertir muito.


Mas sem dúvida a praia que mais gostei foi Lagoinha. O mar tinha cor esverdeada, tinha muitas formações rochosas perto, como vocês podem ver, e isso formava uma certa "piscina", pois as ondas fortes não chegavam nessa parte. é uma ótima praia pra levar crianças. Nessa praia também dá pra alugar snorkel pra mergulhar, mas nossa experiência com isso foi meio frustrante.


Foi aí que começamos a encontras muitos estrangeiros. Muitas famílias falando espanhol. Pra quem é da Argentina fica mais perto ir para essas praias do que pra muita gente no Brasil.

Foi aí que começamos a encontrar muita gente falando espanhol. É estranho pensar que ir para uma dessas praias é mais perto para os argentinos do que pra mim, que moro no Brasil.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Destinos - Curitiba feita de arte (parte II)
Ainda sobre Curitiba, tenho que falar do meu segundo dia na cidade, que foi o mais intenso.

Um bairro ou uma cidade ao lado que eu descreveria como o paraíso do vinho, do champagne, queijo e chocolate! É uma tentação esse lugar, só pela quantidade queijo, chocolates e vinhos (pra quem gosta). No melhor clima italiano e festeiro, o lugar consumiu boa parte do nosso domingo, provando e comprando algumas coisinhas hehehe.



Com direito a Black Santas (Já leu Paper Towns? entededores entenderão)


Uma coisa que adoro em Curitiba é a quantidade de parques e lugares pra estar em contato com a natureza, com muito verde, mas sem se isolar totalmente da cidade, do asfalto. E um lugar lindo que eu não fazia ideia que existia é o Parque Tanguá. É um lugar com o mesmo estilo de jardinagem do Jardim Botânico ( a nossa "guia" disse que eles trocam as cores das flores dependendo da época do ano o.O ), e tem duas torres pra você subir e contemplar uma vista linda do Vale. Cheguei lá e começou a chover, mas isso não me impediu de curtir o momento e fotografar MUITO.
Infelizmente não fotografei muito essa feirinha pois estava muito lotada e eu fiquei com receio de andar com a câmera na mão. Mas pra quem gosta de feira sabe como é, tem de tudo, tem broches, comidas diferentes, artesanato, bolinho de camarão, pastel, música, artistas de rua, jovem, gente de todo lado. Dei sorte de poder ver a Mesquita aberta e ver uma exposição da Copa que estava rodando por todas as cidades com estádios da competição.

Fiz questão de passear nesse museu. Além de ter exposição fixa da história e obras projetadas por um dos maiores arquitetos brasileiros, o MON está sempre renovando suas exposições. é muito, muito, muito grande mesmo. Se quiser passar por lá, reserve uma tarde pra aproveitar bem. A entrada não é cara, e vale muito a pena. Parece que lá é o ponto de encontro dos adolescentes, quando eu saí do museu tinha muita gente lá fora, dançando, tocando, andando de skate.

Essa cidade é pura arte!
santa felicidade

Um bairro ou uma cidade ao lado que eu descreveria como o paraíso do vinho, do champagne, queijo e chocolate! É uma tentação esse lugar, só pela quantidade queijo, chocolates e vinhos (pra quem gosta). No melhor clima italiano e festeiro, o lugar consumiu boa parte do nosso domingo, provando e comprando algumas coisinhas hehehe.



Com direito a Black Santas (Já leu Paper Towns? entededores entenderão)

Parque tanguá

Uma coisa que adoro em Curitiba é a quantidade de parques e lugares pra estar em contato com a natureza, com muito verde, mas sem se isolar totalmente da cidade, do asfalto. E um lugar lindo que eu não fazia ideia que existia é o Parque Tanguá. É um lugar com o mesmo estilo de jardinagem do Jardim Botânico ( a nossa "guia" disse que eles trocam as cores das flores dependendo da época do ano o.O ), e tem duas torres pra você subir e contemplar uma vista linda do Vale. Cheguei lá e começou a chover, mas isso não me impediu de curtir o momento e fotografar MUITO.
Feirinha do largo
Infelizmente não fotografei muito essa feirinha pois estava muito lotada e eu fiquei com receio de andar com a câmera na mão. Mas pra quem gosta de feira sabe como é, tem de tudo, tem broches, comidas diferentes, artesanato, bolinho de camarão, pastel, música, artistas de rua, jovem, gente de todo lado. Dei sorte de poder ver a Mesquita aberta e ver uma exposição da Copa que estava rodando por todas as cidades com estádios da competição.
MON - Museu oscar niemeyer

Fiz questão de passear nesse museu. Além de ter exposição fixa da história e obras projetadas por um dos maiores arquitetos brasileiros, o MON está sempre renovando suas exposições. é muito, muito, muito grande mesmo. Se quiser passar por lá, reserve uma tarde pra aproveitar bem. A entrada não é cara, e vale muito a pena. Parece que lá é o ponto de encontro dos adolescentes, quando eu saí do museu tinha muita gente lá fora, dançando, tocando, andando de skate.

Essa cidade é pura arte!




